
O homem medieval estava numa constante corrida para conquistar grandes coisas. Todo jovem tinha por sonho a Ordem da Cavalaria, na qual poderia ser reconhecido mundialmente como forte e honrado. A Cavalaria era considerada a mais alta grandeza, somente os mais justos, bons, corteses e leais podiam dela participar.
Nos romances da época, encontramos toda a vontade e desejo da juventude, que nos cavaleiros e príncipes vislumbravam os altos sonhos, os ideais e os objetivos de vida. O jovem medieval estava em constante movimento para frente, simplesmente queria ir, não importava para onde, o importante era ir. Contudo, nunca se colocava a caminho sem antes saber o porquê estava indo. Sempre que se colocava a caminho tinha claro o motivo de seu caminhar, sabia exatamente qual era seu ideal.
Um determinante para esta busca era o amor pelo herói. O caráter e a honra determinavam os heróis. Todo menino tinha claro o objetivo de se tornar tão leal, tão cortês, tão justo e tão religioso quanto seu herói. Os heróis habitavam o mundo arquetípico medieval. Entre os religiosos os heróis eram exaltados por sua fé e grandes feitos, que apresentassem sua fidelidade a Deus e seu seguimento ao Cristo. Na sociedade civil eram admirados pela bravura nas batalhas vencidas, pela luta contra os infiéis e pelas grandes conquistas territoriais. Ou seja, o herói, santo ou cavaleiro, era reconhecido por seu grande feito.
Quando os cavaleiros voltavam de uma cruzada ou guerra toda comuna parava para recebe-lo. Instaurava-se uma festa em homenagem aos feitos dos heróis. Dança, música, festa, tudo para louvar o grande feito do herói. A grandeza não estava na pessoa do herói, mas na sua ação, em seu bem fazer, em sua grande obra.
Ao partir em busca do ideal heróico, o jovem, mesmo não sabendo onde encontrá-lo, simplesmente sabia o porquê caminhava, queria ser um “GRANDE”, como aqueles das histórias que ouvia, aqueles que eram aclamados nas praças, aqueles que conquistavam as damas mais nobres e corteses.
Manter firme o propósito é o que os diverge de nós, homens modernos, pois nós estamos na decadência de manter vivo algo que iniciamos, nossa busca pelo novo, o que está na moda, nos faz viver num constante mudar. É muito difícil conhecer alguém que começando um trabalho não o tenha abandonado logo de início, ou na primeira dificuldade. O medieval era firme, iniciada uma obra ele ia até as últimas conseqüências para conclui-la. Enquanto não vislumbrasse encerrada a empreitada, ele não parava. Isso não quer dizer que ele fosse um apressado, que quisesse terminar tudo logo, mas ele era como diz o Evangelho: “Um homem que constrói a casa sobre a rocha”. Assim, da mesma forma que ele não deixava para trás um trabalho começado, ele não o começava sem antes ter a plena certeza que poderia acabar.
A máxima medieval do “Ad maioras natus sum” (Nasci para coisas maiores), repetia-se no dia-a-dia. Ninguém queria se envolver em pequenas querelas, em brigas inúteis sem motivos e que a nada remetiam, mas todos queriam estar nas grandes lutas, nas guerras importantes, todos queriam defender a fé até a morte. Todos almejavam a grandeza, queriam marcar sua passagem pela vida como conquistador de grandezas.
Nos romances da época, encontramos toda a vontade e desejo da juventude, que nos cavaleiros e príncipes vislumbravam os altos sonhos, os ideais e os objetivos de vida. O jovem medieval estava em constante movimento para frente, simplesmente queria ir, não importava para onde, o importante era ir. Contudo, nunca se colocava a caminho sem antes saber o porquê estava indo. Sempre que se colocava a caminho tinha claro o motivo de seu caminhar, sabia exatamente qual era seu ideal.
Um determinante para esta busca era o amor pelo herói. O caráter e a honra determinavam os heróis. Todo menino tinha claro o objetivo de se tornar tão leal, tão cortês, tão justo e tão religioso quanto seu herói. Os heróis habitavam o mundo arquetípico medieval. Entre os religiosos os heróis eram exaltados por sua fé e grandes feitos, que apresentassem sua fidelidade a Deus e seu seguimento ao Cristo. Na sociedade civil eram admirados pela bravura nas batalhas vencidas, pela luta contra os infiéis e pelas grandes conquistas territoriais. Ou seja, o herói, santo ou cavaleiro, era reconhecido por seu grande feito.
Quando os cavaleiros voltavam de uma cruzada ou guerra toda comuna parava para recebe-lo. Instaurava-se uma festa em homenagem aos feitos dos heróis. Dança, música, festa, tudo para louvar o grande feito do herói. A grandeza não estava na pessoa do herói, mas na sua ação, em seu bem fazer, em sua grande obra.
Ao partir em busca do ideal heróico, o jovem, mesmo não sabendo onde encontrá-lo, simplesmente sabia o porquê caminhava, queria ser um “GRANDE”, como aqueles das histórias que ouvia, aqueles que eram aclamados nas praças, aqueles que conquistavam as damas mais nobres e corteses.
Manter firme o propósito é o que os diverge de nós, homens modernos, pois nós estamos na decadência de manter vivo algo que iniciamos, nossa busca pelo novo, o que está na moda, nos faz viver num constante mudar. É muito difícil conhecer alguém que começando um trabalho não o tenha abandonado logo de início, ou na primeira dificuldade. O medieval era firme, iniciada uma obra ele ia até as últimas conseqüências para conclui-la. Enquanto não vislumbrasse encerrada a empreitada, ele não parava. Isso não quer dizer que ele fosse um apressado, que quisesse terminar tudo logo, mas ele era como diz o Evangelho: “Um homem que constrói a casa sobre a rocha”. Assim, da mesma forma que ele não deixava para trás um trabalho começado, ele não o começava sem antes ter a plena certeza que poderia acabar.
A máxima medieval do “Ad maioras natus sum” (Nasci para coisas maiores), repetia-se no dia-a-dia. Ninguém queria se envolver em pequenas querelas, em brigas inúteis sem motivos e que a nada remetiam, mas todos queriam estar nas grandes lutas, nas guerras importantes, todos queriam defender a fé até a morte. Todos almejavam a grandeza, queriam marcar sua passagem pela vida como conquistador de grandezas.
2 comentários:
bom... hoje pessoas almejam algo e não vão ate o fim por medo do que enfrentar ou seja obistaculos preferem não c arriscar... também pode ser o medo de como lidar com algo novo...
Creio que vale registrar o lema dos Cavaleiros Templários: Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam (Nada para nós, Senhor, nada para nós, mas para glorificar o Teu Nome).
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